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FAQ LOGÍSTICA

Será a Organização a levá-lo desde Lisboa até Chaves, e a trazê-lo de Sagres até Lisboa. O transporte está incluído no preço da inscrição. 
No entanto, se mesmo assim quiser viajar por sua conta, há autocarros regulares para Chaves. Para mais informações consulte o site oficial da Câmara de Chaves em: http://www.chaves.pt/.
Se para regressar de Sagres optar por utilizar meios de transporte próprios, pode consultar o site oficial da Câmara de Vila do Bispo em: http://www.cm-viladobispo.pt/portal_autarquico/vila_bispo/v_pt PT/menu_turista/turismo/como_chegar/

Viajamos para Chaves no dia 4 de Maio.
O local de encontro será na porta de um hotel de Lisboa (a indicar posteriormente) pelas 7:00. 
A viajem de regresso, de Sagres para Lisboa, será no dia 13 de Maio, pelas 10:30, com previsão de chegada a Lisboa às 16:00.

A Organização arranjará em Lisboa um local para guardar esses objetos ou em alternativa fará transportá-los de Chaves para Sagres. Por favor avise-nos com antecipação se vai trazer caixa ou saco para deixar à nossa guarda.

A Organização faz as marcações para todas as noites de dormida durante a prova (incluindo o último domingo). As 9 noites da prova estão incluídas no preço da inscrição.

Os 9 jantares (desde dia 4 de Maio em Chaves até dia 12 de Maio em Sagres) estão incluídos no preço da inscrição. E todos os dias, no final de cada etapa, a Organização põe ao dispor dos atletas um almoço volante constituído pelos melhores ingredientes necessários à recuperação do esforço.

A filosofia da prova é “de hotel a hotel” e acreditamos que para sofrimento já basta o dia, pelo que todos merecem, no final, um bom banho quente e uma cama confortável para dormir.

A menor quantidade possível, pois será entregue apenas um saco a cada participante, com uma capacidade generosa para colocar o equipamento. 
O saco será transportado pela Organização, mas lembre-se que todos os dias teremos de carregar e descarregar mais de 130 sacos, pelo que, por favor, tenha isso em consideração e tente reduzir ao máximo o peso do seu saco.
O saco (de alta qualidade) não está sujeito a devolução. É oferecido aos participantes, como lembrança de participação na prova.
Também terá à sua disposição, diariamente, uma loja volante, onde poderá adquirir equipamentos para a sua bicicleta (camaras de ar, co2, etc), e para si, enquanto atleta (roupa, bidons, nutrição, etc).

Nada. O pequeno-almoço é servido pelos hotéis e a Organização faz as reservas dos jantares para os atletas. No entanto, se por razões de saúde ou opção alimentar, tiver uma dieta particular, deverá dar-nos conhecimento prévio. Por favor, tenha em consideração que nem sempre é possível satisfazer os regimes de alimentação vegetariana, especialmente para os que não comem nem carne, nem peixe. 
Em Portugal, é por enquanto difícil conseguir hotéis e restaurantes que ofereçam opções válidas em termos nutricionais para este tipo de regimes alimentares. Se for este o seu caso aconselhamos a trazer consigo alguns suplementos alimentares da sua preferência.

 

A prova, muitas vezes, não passa sequer em aldeias, pelo que convém levar, desde a partida, tudo o que possa eventualmente vir a precisar.

O clima, nestas datas, é habitualmente ameno. No entanto, podem registar-se dias de calor (acima de 25ºC) ou de frio (abaixo de 10ºC). A probabilidade aponta para tempo variável, podendo ocorrer muitos dias de céu limpo ou pouco nublado, mas também aguaceiros ou mesmo um dia mais frio, como aconteceu em anos anteriores, sendo que muitos atletas foram apanhados desprevenidos.
A passagem por altitudes próximas dos 2000m na Serra da Estrela pode ditar necessidades suplementares em termos de proteção para o frio.
Referimos, novamente, que, em qualquer situação, poderão sempre recorrer à nossa loja volante.

Haverá etapas em que é possível conseguir comprar comida, água ou outras bebidas nas aldeias por onde a prova passa. No entanto, noutras, isso poderá não ser possível. Portanto, a gestão do que transportar terá, de dia a dia, ser planeada de acordo com o briefing para a etapa, as condições climatéricas e as necessidades pessoais de cada um.
Como parte integrante do mapa a carregar no GPS de cada participante constarão os locais onde é possível encontrar comida e água.

Próximo da linha de meta ou no hotel da prova, a Organização montará todos os dias uma loja oficial para venda de produtos. Nesta loja, poderá encontrar não só barras energéticas, géis e bebidas isotónicas, como ainda câmaras-de-ar, pneus, remendos, cartuchos CO2, bombas de encher pneus, roupa de ciclismo e Halibut.

As máquinas de multibanco estão disponíveis na maior parte das aldeias de Portugal. No entanto, o hotel de destino na etapa 6 não se encontra nas imediações de qualquer aldeia ou vila, pelo que não existirá a possibilidade de levantar dinheiro nesse dia.

Se contratado na inscrição, a Organização pagará o alojamento, pequeno-almoço e jantar, tudo o resto é considerado um extra. Os hotéis prepararão diariamente uma conta de extras, por quarto, que deverá ser paga pela pessoa que contraiu essas despesas, no momento em que fizer o seu check-out.

A obrigatoriedade de ter um telemóvel ligado durante a prova tem que ver com a segurança dos participantes em prova. A não ser em situações de extrema necessidade, a Organização não contactará o participante. No entanto, quando for necessário, o telefone deve estar operacional. Pensamos que a segurança do participante em prova é mais importante que o possível acréscimo de custo devido ao eventual roaming.

Sim, na maioria dos hotéis haverá wifi grátis ou “internet café” junto à receção, ou, na pior das hipóteses, pacotes diários de internet paga. Em caso de emergência, poderá ainda pedir à Organização os códigos de acesso à nossa rede móvel de acesso à internet.
Por favor, tome em consideração que durante a prova todos os seus pertences devem ser obrigatoriamente guardados dentro do saco oferecido para o efeito. Acresce ainda a necessidade de alertar para o facto de a Organização não se responsabilizar por quaisquer eventuais danos causados aos objetos guardados no saco, durante o manuseio ou transporte.

Sim e não. A Organização montará, todos os dias, junto à Meta, um local para reparação das bicicletas. Também levaremos, para assistência à prova, as peças mais comumente utilizadas nas bicicletas, como: câmaras, pneus, cabos, correntes, rodas pedaleiras, cassetes, rodas, raios, pastilhas de travão, guiadores, direções, punhos, bancos, espigões (nos diâmetros mais comuns), discos, desviadores, garfos de suspensão e outras peças menores. Não levaremos peças específicas para bicicletas com suspensão traseira, como sejam: amortecedores, casquilhos, rolamentos, etc.

Estarão disponíveis massagistas, no final de capa etapa. As massagens serão prestadas num quarto do hotel, a anunciar cada dia. Se estiver interessado poderá contratar, aquando da inscrição, o pack de massagens, ou marcar sempre que desejar no local da prova, em que cada massagem de 25 minutos de duração custa 40€.

Sim, se o seu acompanhante se inscreveu na prova como tal, ele ou ela receberá toda a informação relativa á prova: mapas, posição dos CP, classificações, etc. Todos os dias haverá um programa turístico, nos termos do qual os acompanhantes serão guiados por um membro da Organização, e visitarão os locais de interesse ao longo das regiões por onde passa a prova. Estes acompanhantes serão transportados num veículo da Organização.
Se o seu acompanhante não se inscreveu na prova como tal, ele ou ela poderá verificar todas as informações da prova no seu dossiê de prova e seguir a prova deslocando-se autonomamente.
Em ambos os casos, no entanto, cumpre frisar que é expressamente proibido dar qualquer tipo assistência aos atletas em prova, sob pena de graves penalizações para estes.

Sim, é possível. Se quiser que o seu acompanhante fique alojado/a no mesmo hotel, por favor indique-nos, desde logo, na sua inscrição. Nós reservaremos os alojamentos e jantares para o seu acompanhante durante os dias que for necessário. O pagamento ser-nos-á feito diretamente e os preços dependerão dos dias em questão.

 

FAQ MECÂNICA 

Sim. A Organização da TransPortugal Race disponibiliza, no final de cada etapa, uma equipa mecânica para dar assistência. Também estará presente, no percurso, a fazer a prova, um elemento da Organização com conhecimentos de mecânica, assim como um veículo todo-o-terreno para dar assistência, caso seja estritamente necessário. Lembre-se que, caso solicite assistência à Organização, durante o decorrer de uma etapa, serão aplicadas penalizações em tempo, conforme resulta do regulamento.

Haverá a possibilidade dos concorrentes contratarem com a Organização, no ato da inscrição, um serviço suplementar identificado com “BIKE CARE DLUX”, pelo preço de 279,00€, que lhes permite transferir o encargo pela manutenção da sua bicicleta para a Organização, desde o momento em que a meta é cruzada até à partida, no dia seguinte. Neste pacote está incluído a completa manutenção da bicicleta, compreendendo: uma lavagem diária, secagem, lubrificação e mão-de-obra de toda a manutenção que venha eventualmente a ser necessária durante toda a prova. 
Por qualquer intervenção requerida à Organização por concorrentes que não tenham contractado este pacote “BIKE CARE D-LUX”, será cobrada pela mão-de-obra o valor de 35€/hora.
Em qualquer das hipóteses anteriores, os atletas terão de ainda de pagar as peças ou acessórios que venham a ser utilizados na reparação. 
Em caso de sobrecarga de trabalho da equipa de mecânicos da Organização, será dada prioridade aos Atletas que tenham contratado o pacote “BIKE CARE DLUX”.
O uso da máquina de lavagem à pressão é gratuita, mas é concedida prioridade de utilização aos participantes que pré-contrataram o serviço.

Tentaremos, tanto quanto possível, ter disponível a maior variedade de componentes para substituição. Em todo o caso, será impossível assegurar uma total cobertura de material para um leque tão alargado e variado de bicicletas. Como tal, aconselhamos todos os participantes a trazerem consigo alguns componentes que sejam mais específicos para o seu modelo de bicicleta, tais como: kits de reparação das suspensões traseiras, dropouts, apertos de selim, assim como toda e qualquer peça "menos usual". Por outro lado, embora tenhamos uma grande variedade de pastilhas de travão, aconselhamos sempre a que tragam um jogo suplente convosco. 
Dos componentes acima mencionados, alguns deverão ser transportados por vós durante as etapas (pastilhas de travão, dropouts, etc.), sendo que os demais poderão ser deixados no vosso saco de transporte.
A Organização não transportará, fora do saco, qualquer componente ou acessório, tais como rodas ou quadros. Todos os pertences dos concorrentes devem ser acondicionados dentro dos sacos de bagagem oferecidos pela Organização.

Sim. Teremos uma loja oficial todo os dias no final das etapas onde poderão adquirir diversos componentes /acessórios, tais como:

  • Óleo para corrente;
  • Câmaras-de-ar;
  • Pneus;
  • Remendos;
  • Bombas de Ar;
  • Cartuchos de CO2; e,
  • Líquido auto-vedante.

O percurso da TransPortugal Race, ao contrário de algumas provas deste género, é do mais diversificado que se pode encontrar. Desde antigas calçadas medievais de pedra afiada, até largos estradões de pedra solta, passando por trilhos escorregadios, caminhos rápidos de piso firme ou mesmo alcatrão. Os atletas encontrarão de tudo um pouco no decorrer desta prova. Um pneu polivalente (seja lá o que isso for) é uma opção válida, embora a escolha tenha sempre de ser feita de acordo com o tipo de condução e objetivos de cada um para a prova.
O uso de pneus tubeless com líquido anti-furo, à base de Glycol, é uma melhor opção, em relação à utilização de pneus tubeless ready, com líquidos à base de latex (conjunto muito menos pesado), mas aconselhável apenas a atletas muito leves e com uma boa técnica. Podem verificar a opinião de Keith Bontrager a este respeito, no site Cycling News, a propósito da sua participação numa edição anterior em: http://autobus.cyclingnews.com/riders/2006/diaries/keith/?id=keith0604 
Para terminar, resta-nos dizer que talvez 50% dos problemas mecânicos que podem influenciar de forma significativa uma etapa estão relacionados com pneus / câmaras-de-ar. Os outros 50% estão relacionados com a transmissão / mudanças (mas já lá chegaremos!).

A TransPortugal Race é uma prova individual por etapas, com a duração de 8 dias, percurso de 1000km, uma média diária superior a 125km e um acumulado de subidas total superior a 17.000m. Dito isto, como preparação para a prova, é de extrema importância uma revisão completa e minuciosa às bicicletas. Seja o vosso objetivo o pódio ou apenas divertirem-se, o pior que pode acontecer é serem forçados a desistir por causa "daquele" componente que pensavam que talvez aguentasse. Se estão na dúvida em relação a um qualquer componente, o melhor é substituírem-no ou repararem-no algum tempo antes da prova. Nós, enfaticamente, recomendamos:

  • Transmissão (incluindo cabos e espirais de mudança) nova;
  • Pneus novos;
  • Pastilhas / calços de travão novos;
  • Revisão à suspensão / amortecedor, pedais, eixo pedaleiro, rodas; e,
  • Para todos os que vão participar com bicicletas de suspensão total, substituir ou trazer rolamentos / casquilhos para o triângulo traseiro / amortecedor.

E embora possa ser óbvio para todos, achamos que nunca é demais dizenão façam grandes alterações na vossa bicicleta nos dias antes da prova, especialmente se isso implicar mudanças na posição de condução. Não é a melhor altura para experimentarem aquele selim ou pedais, que viram ou sobre o qual leram num fórum qualquer, a dizer que eram o máximo; ou mudar o avanço de 90mm/10º para um 100mm/7º só porque é mais "racing". 
Para terminar, façam um treino longo depois de trazer a bicicleta da loja onde esteve a fazer a revisão antes da prova. Se alguma coisa tiver que falhar, que seja perto de casa e a tempo de ser reparada.

De acordo com a experiência das edições anteriores da TransPortugal, podemos afirmar que não existe a bicicleta ideal, ou, por outras palavras, existem várias.
É um pouco como os pneus: tudo depende dos objetivos de cada um. 
Se estivermos a falar em termos competitivos e de alguém com aspirações aos lugares cimeiros da classificação, uma bicicleta rígida e leve será a arma perfeita. Se, por outro lado, estamos a falar de completar a prova dentro dos tempos limites, sem sacrificar demasiado o corpo, então, uma suspensão total, mesmo que um pouco mais pesada, será a escolha ideal.
Quanto a materiais para os quadros, o carbono e as novas tecnologias utilizadas na sua construção tem provado, ultimamente, ser a aposta vencedora, tanto em quadros rígidos como em suspensões totais.
Quadros rígidos em titânio são um clássico em longas distâncias e o seu comportamento e flexão acrescentam conforto quando se passam muitas horas no selim.
Já o alumínio será provavelmente o material menos aconselhável em quadros rígidos devido à sua rigidez e resposta em mau piso, transmitindo demasiada fadiga corporal, que é de evitar tanto quanto possível em provas de longa distância, como é o caso.
Com isto não pretendemos que vão já a correr à loja comprar uma bicicleta nova. É apenas uma opinião sobre um assunto que, como sabem, não é muito linear.
Mais importante do que o material do quadro ou o tipo de bicicleta, é o conjunto de componentes que constituem o seu todo.
A relação entre o peso e a fiabilidade dos componentes escolhidos é muito importante na montagem de uma boa bicicleta capaz de percorrer sem problemas o percurso completo da TransPortugal Race, não deixando, no entanto, de transmitir uma verdadeira sensação de competição.

 

FAQ GPS

Sim, é obrigatório ter GPS.
O percurso da prova não está marcado no terreno. A única forma de seguir o percurso correto é seguir a linha gravada nos mapas - especialmente feitos para o efeito e carregados no seu GPS Garmin. 
O Regulamento da prova prevê que todos os concorrentes deverão entregar o seu GPS à Organização, após cruzarem a linha de meta. Se o atleta não tiver GPS, ser-lhe-ão impostas as penalizações previstas para esse caso: não validação da etapa e, em termos de classificação geral, uma etapa a zero, com o tempo máximo previsto para a mesma.

Não há nada mais simples. Não necessita saber de orientação, nem tão pouco dominar o uso de GPS. Unicamente, terá de saber que, ao olhar para o ecrã, você é uma seta e o percurso é uma linha preta grossa. Basta manter a seta sobre a linha e você está no percurso certo. Fizemos a experiência com uma criança de 4 anos e, num minuto, estava a seguir corretamente o percurso. Não haverá nunca a hipótese de se perder, e as indicações suplementares que vão aparecendo no ecrã permitem-lhe nunca hesitar na direção a tomar ao chegar aos cruzamentos. A sua performance em prova é a mesma que teria se o percurso estivesse marcado no terreno, com a vantagem de que jamais falhará um cruzamento ou andará perdido, o que, em algumas vezes, sucede nas provas marcadas no terreno.

A Organização carrega os aparelhos de GPS dos participantes com mapas especialmente compilados para a prova, que já comportam o percurso da prova e outras informações úteis. Outras marcas de GPS não aceitam estes mapas.

O GPS deve ser a cores, ter capacidade para ler cartões de memória carregados com mapas e ter uma capacidade de registo de percurso de pelo menos 10000 pontos. A interface de comunicação com o exterior deve também ser USB.

Sim, cada participante deverá ter o seu próprio GPS.

Sim. A Organização oferece um desconto sobre o preço da tabela oficial Garmin a todos os inscritos.

Uma vez regularizada a sua inscrição em termos de pagamento, pode adquirir logo o seu GPS.

A Garmin tem suportes de bicicleta para todos os seus modelos outdoor. Para os novos modelos, o suporte em questão é bastante bom e adequado às exigências da prova.
Mesmo assim, recomenda-se que todos os atletas ponham em prática um sistema back-up, para o caso do GPS se soltar do suporte. Na maioria dos casos, bastará uma fita presa ao guiador e ao GPS.
Recomenda-se, ainda, que, sempre que possível, se fixe o suporte ao avanço da bicicleta, preferencialmente no guiador.

Não tem que se preocupar com nada. Os Organizadores fornecerão a todos os participantes um cartão de memória para substituir o cartão original. Neste cartão de memória, estará carregada toda a informação necessária para realizar toda a prova: mapas, percursos e informações complementares. Toda esta informação terá muito mais detalhe sobre os locais por onde passa a prova do que qualquer software disponível no mercado.

Como distribuidores da marca Garmin em Portugal, mas também utilizadores frequentes, e tendo tido a oportunidade de experimentar vários modelos de GPS e usá-los no percurso da prova, ao longo de todo o ano, nas condições mais diversas e adversas, colocando todas as variáveis em avaliação, podemos concluir que os aparelhos de GPS da série Oregon e o modelo Edge 1030 são, neste momento, os mais adequados à TransPortugal Race e aqueles que melhor garantem que a performance do atleta não é afetada pela utilização deste meio de orientação no terreno.
Outros modelos poderão servir, no entanto, é possível que, de alguma forma, tenham impacto negativo na eficiência da progressão do atleta. 
Na TransPortugal Race, o GPS é uma peça de equipamento fundamental na prova, acima de qualquer componente de bicicleta, inclusivamente da própria bicicleta, logo, descurar na qualidade e na eficiência em prova do GPS é, no mínimo, incompreensível.
Tendo em consideração o nosso conhecimento da prova, da informação e dos mapas para GPS, que desenvolvemos para a mesma, elaborámos uma lista de aparelhos de GPS, por ordem de qualidade:

  • 1º - Edge 1030;
  • 2º - Oregon 600, Oregon 700, Oregon 650 ou Oregon 750;
  • 3º - Oregon 450 ou Oregon 550;
  • 4º - Dakota 20 ou Etrex Touch 35t;
  • 5º - Etrex 30 ou Etrex 30x; e,
  • 6º - Edge 1000, Edge 810, Edge 820 ou Edge 800.

Todavia, entendemos que um atleta que opte por um Edge 800, 810, 820 ou 1000, em vez de um Oregon 700/600 ou Edge 1030, perderá muito mais na prova do que se usasse na sua bicicleta uns cranks SLX, em vez de uns XTR.
Esperamos que sigam o nosso conselho e optem pelo Oregon ou Edge 1030.

A Organização prepara um pequeno manual das configurações ideais para a prova, nos aparelhos de GPS recomendados, a fim de ajudar os atletas a confirmarem os diferentes parâmetros do seu GPS. No entanto, preparamos também para esses modelos um PERFIL, já previamente configurado, com a parametrização ideal para a prova. Estes serão facultados a todos no dia 0 (dia zero), em Chaves.

No dia 0 (dia zero), o programa da prova prevê um horário específico para os atletas executarem um treino de preparação nos primeiros km da prova. Será uma oportunidade excelente de testar os aparelhos de GPS e a forma como se articulam no concreto, ou seja, no próprio percurso da prova.

À exceção dos modelos Edge, os quais têm uma bateria interna em iões de lítio, todos os outros aparelhos de GPS recomendados usam um par de pilhas AA alcalinas ou recarregáveis. Para estes devem ter, pelo menos, 2 pares de pilhas (recomendamos recarregáveis). Podem trazê-las ou comprar diretamente à Organização, em Chaves, antes da partida.
Teremos à venda, todos os dias, aquelas que consideramos as melhoras pilhas recarregáveis, ou seja, no momento, as Panasonic Eneloop 2500mAh.

Sim, são compatíveis.


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